Auld Lang Syne ou A Canção da Lemuria?

Cláudio Pontes, um amigo virtual muito querido, colocou hoje este post que transcrevo a seguir:

“Caros Buscadores se você muito se emociona com esta música, Auld Lang Syne, ao ponto de lágrimas caírem num misto de angústia e emoção, provavelmente você está acessando em suas memórias celulares, um acontecimento que marcou a humanidade para sempre.
Abraços Quânticos”
Cláudio Pontes

“Você já deve ter assistido em diversos filmes, principalmente Americanos e Ingleses, onde as pessoas cantam uma música no romper do novo ano.
Auld Lang Syne é uma tradicional canção de língua inglesa cantada no Ano Novo pelas pessoas nos EUA e no Reino Unido e também é conhecida como “the song that nobody knows” (a música que ninguém conhece) porque, apesar de praticamente todo mundo conhecer a sua melodia, quase ninguém conhece sua letra exatamente. Aqui no Brasil existe uma versão que se chama “Valsa da Despedida” que começa como “Adeus amor eu vou partir…”

Esta música tem uma origem polêmica, pois ninguém sabe dizer ao certo sua origem. Tim Barret diz que a letra desta música é um tipo de Escocês antigo, cuja tradução, seria mais ou menos “Times Gone By”, (tempos passados). E uma das passagens diz: “Ainda beberemos um copo de bondade pelos bons e velhos tempos”.

Outros autores dizem que a origem vem dos tempos do antigo continente de Lemúria. Para os que não conhecem; Atlântida não é o único mito de civilização desaparecida que afundou no mar, Lemúria é também uma civilização que teve o mesmo destino.

A lenda diz que enquanto Lemúria afundava, diversas pessoas começaram a entoar esta canção, bem parecida com a história do Titanic, onde a orquestra começou a tocar no momento do afundamento do navio. Resumindo, a história de Lemúria é bem parecida com a da Atlântida, ou seja, um continente que detinha grande conhecimento, que foi deturpado e usado para o mal. Reza a lenda que o continente afundou de forma muito silenciosa e que a maioria das pessoas não percebeu. Na noite do evento, todos dormiam normalmente. Diversos sacerdotes e sacerdotisas que sabiam do fato permaneceram acordados como voluntários para desaparecerem com a terra e o seu povo, fazendo mentalizações e espalhando energias de conforto e coragem para ajudar àquelas almas na transição. Ou seja: cuidaram dessas pessoas para que, numa futura encarnação, estarem preparados para enfrentar conseqüências mais trágicas.

Lorde Himalaya, em 1959, disse: “Muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram à medida que afundavam sob as águas. A idéia de suporte desta ação era a de que todas as experiências horríveis deixam uma cicatriz e um trauma no corpo etéreo e na memória celular das pessoas, que leva várias vidas encarnadas para curar”.

Veja agora uma versão em espanhol, como “Renace Hoy Lemuria” neste vídeo:


Fonte: Cláudio Pontes e http://ayltondoamaral.com/lemuria.php

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